Em busca de qualificação e rentabilidade

sex, 9 setembro , 2011

Setor registra números positivos para a categoria de HPC e apresenta mudanças significativas para profissional e consumidor

 

Sobem gastos com bens não duráveis
Segundo dados da Latin Panel, os brasileiros estão comprando mais e gastando mais com bens não duráveis, como alimentos, bebidas e itens de higiene e limpeza. O consumo desses produtos registrou aumento de 14% nos primeiros seis meses de 2009 em relação ao mesmo período de 2008. Já o valor gasto pelo brasileiro subiu 19%, reflexo também do encarecimento dos produtos em 5% no período. Alimentos foi o grupo que registrou maior alta, com adição de 15% em volume. Em segundo lugar ficou a cesta de limpeza, com acréscimo de 13%. Bebidas e produtos de higiene pessoal registraram crescimento de 8% e 6%, respectivamente. As classes D e E foram as que mais diversificaram os itens, passando da média de 22 artigos em 2008 para 27 este ano.
www.latinpanel.com/pt

i144094Novos aliados da saúde
O álcool gel higienizador de mãos entrou na preferência do consumo nacional, quando as campanhas do Ministério da Saúde e notícias sobre a propagação do vírus da gripe tipo A, ou Influenza H1N1, se intensificaram

A corrida atrás do produto surpreendeu o mercado. Há muitos exemplos de micro e pequenas indústrias em que as vendas foram multiplicadas neste curto período. Junto ao álcool gel higienizador de mãos, também cresceu o consumo de sabonetes líquidos, indicados especialmente para ambientes públicos, no lugar da versão do produto em barra.
www.saude.gov.br

i144096Cosméticos masculinos faturam R$ 3,6 bilhões
A categoria de produtos masculinos, que até pouco tempo era associada a produtos de barbear, passou a movimentar, de acordo com dados do Euromonitor, R$ 3,6 bilhões ao ano no Brasil e cresceu 10% no ano passado.

A Nivea (Beiersdorf) junto da Millward Brown Brazil realizou uma pesquisa para este público e constatou que o brasileiro está menos resistente ao uso de cosméticos. Segundo a empresa, embora seja tão exigente quanto a mulher na hora de comprar cosméticos, o homem demora 20% menos na escolha desses produtos. O estudo envolveu 600 consumidores das classes A, B e C, com idade de 20 a 45 anos. Os resultados deixaram claro que os quatro principais itens de higiene e beleza – sabonete, desodorante, xampu e perfume – são utilizados por praticamente todos os entrevistados. Entre outros dados, foi constatado que 40% dos homens já utilizam hidratantes para o corpo ou para o rosto e 19% fazem uso diário de protetor solar.

  •  www.euromonitor.com
  • www.nivea.com.br
  • www.millwardbrown.com

i144097Sabonete Íntimo se firma como hábito de higiene
As vendas nos primeiros meses do ano comprovam que o uso do sabonete íntimo tem se tornado um hábito cada vez mais comum entre as brasileiras. Somente nos dois primeiros meses do ano, foram vendidos mais de 2,14 milhões de unidades, totalizando R$ 28,76 milhões, 57% mais do que no mesmo período de 2008. A tendência de alta também se verifica quando se compara o resultado do ano fechado.

De R$ 99,48 milhões em 2007, as vendas saltaram 46%, para R$ 145,15 milhões em 2008.

Nos últimos três anos, o mercado de sabonetes líquidos cresceu mais de 50% em volume. Hoje, esse segmento já representa quase 11% do faturamento da categoria, informa a Colgate-Palmolive, com base em dados Nielsen.

  • www.colgate.com.br
  • http://br.nielsen.com

i144099RDC 44/09 restringe acesssso a medicamentos e produtos de conveniência
A resolução RDC 44/09, anunciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no último mês de agosto, reforça as regras para o comércio de medicamentos e a prestação de serviços nos estabelecimentos farmacêuticos. A resolução determina que os medicamentos não poderão mais ficar ao alcance das mãos do usuário em farmácias e drogarias. Mesmo os produtos isentos de prescrição médica deverão ficar atrás do balcão para que o usuário faça a solicitação ao farmacêutico e receba o produto com a orientação necessária. Os produtos alheios à saúde, chamados de conveniências, como sorvetes, balas e chocolate, estão proibidos de ser comercializados nesses estabelecimentos.
www.anvisa.gov.br

i144100Lei antifumo proíbe ato em ambientes fechados
A lei estadual antifumo de São Paulo proíbe que pessoas fumem em ambientes fechados de uso coletivo, incluindo fumódromos. Um estudo feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostra que houve um grande benefício para os fumantes passivos.

A concentração de monóxido de carbono (uma das substâncias tóxicas do cigarro) foi medida nos pulmões de alguns frequentadores e trabalhadores de quatro bares e boates da capital em dois momentos. A primeira medição foi com 50 pessoas. A segunda, com 30 pessoas. No primeiro caso, por causa da fumaça no ambiente, todas as 50 pessoas chegaram ao fim da noite com mais monóxido de carbono nos pulmões do que no início. E 33 delas apresentaram concentrações iguais às de fumantes.

www.saude.sp.gov.br

{jathumbnail off}